PALAVRAS ESSENCIAIS: PECADO

Entre as ilusões que carregamos
sem precisar, afirmamos que
somos naturalmente bons.
Dizemos que nosso primeiro
gesto visará o bem do próximo,
não o nosso.

 

Cantamos que preferimos a
verdade à mentira.
Alardeamos que amamos a paz,
a começar em nós.

Essas afirmações não conseguem negar a
realidade, estampada nos meios de
comunicação e abrigada nos nossos corações,
de que somos pecadores.

Para o mal com o qual convivemos e também
contribuímos, oferecemos diferentes respostas.

Assim, ingenuamente explicamos que o egoísmo
não passa de uma distorção do nosso verdadeiro
eu, superficialmente atribuímos a mentira a um
passageiro defeito, preconceituosamente
gritamos que a violência é filha da desigualdade
social

Fazemos tudo para expulsar a palavra “pecado’
para os tempos que chamamos de “atrasados”
ou “obscuros”, mas ela nos acompanha, porque
ela nos explica.

Nós, os “avançados”, os “esclarecidos”, somos
pecadores.

Desde crianças sabemos disto, apesar dos
sinônimos que inventamos.

As histórias das civilizações e as nossas
histórias  pessoais se encontram dentro dos
nossos corações,  onde o mal estabelece sua
casa.

A boa notícia é que há salvação para o nosso
caso:
Deus a providenciou na cruz e não há outro
caminho para uma vida sem culpa
(Gálatas 6.12).

Israel B. Azevedo

“Você não contribui com nada para a sua salvação,
exceto com o pecado que a torna necessária”.
(Jonathan Edwards)

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