A GRATIDÃO II

GRATIDÃO, APENAS GRATIDÃO

Ouvimos, por vezes, que quem agradece pelo
que recebe outros favores merece.

A frase descreve, com precisão, uma realidade.
A gratidão realmente abre portas.

Quando alguém se mostra grato pelo que lhe
fizemos, nutrimos a vontade de lhe ajudar de novo.

São assim as coisas, mas nossas motivações
deveriam ser outras.

Quando visa conquistar simpatia, a gratidão
se torna um investimento e deixa de ser uma
atitude espiritual para se transformar numa
ação estratégica.

Não seja este o caminho que decidamos
percorrer.

A gratidão é uma expressão de alegria pelo
que recebemos, merecidamente ou não.

A gratidão é um gesto de reconhecimento
por aquilo que nos fizeram ou legaram.

A gratidão é uma afirmação da bondade
presente em quem nos ofereceu algo, seja
o obséquio de um copo de água, seja um
gesto de alto preço.

A gratidão é uma forma de valorizar as
disposições dos outros, simples ou
sacrificiais.

A gratidão é um jeito de reconhecer que
precisamos uns dos outros.

A gratidão é uma espécie de colheita, não
de semeadura.

A gratidão é um sentimento que podemos
desenvolver, de modo que flua de nós
naturalmente, sem que precisemos nos
esforçar, porque, habitante do nosso
coração, ela trafega através dos nossos
lábios com prazer.

Israel B.Azevedo

“A gratidão, talvez o maior dos deveres humanos,
é talvez também o mais difícil, porque muito do
que somos e do que fazemos não se originou de
nós próprios”. (G.K. Chesterton)

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