A SINGULARIDADE DE JESUS CRISTO

“Todos os homens cristãos
são sacerdotes
e todas as
mulheres são sacerdotisas,

sejam jovens ou velhos,
senhores
ou servos,
senhoras ou servas, doutos

ou leigos”. (Martin Lutero)

 

Renunciar à dignidade, atribuída por Deus,
é atitude que o homem toma desde os primórdios.
Quando pôde decidir, transferiu o privilégio para
uma serpente.

Abrir mão do acesso direto a Deus é gesto antigo
do homem.
Quando podia ser livre, preferiu se fazer escravo
de um bezerro e diante dele lhe cantar louvores.

Deus nos fez iguais, mas tememos em ser menores.
Deus nos fez livres, mas preferimos rastejar.

Cristo nos escolheu como seus herdeiros e não
podemos nos contentar com menos.

Para tanto, precisamos entender o que Cristo fez
na cruz.
Quando ali experimentou a morte, Jesus nos legou
a vida em toda a plenitude.
Quando nela se deixou amarrar, o Salvador quebrou
as nossas algemas.

Quando dela seu sangue tocou o chão, cada gota foi
dinamitando, até o fim, o muro que nos impedia de
ver a Deus.
Quando na cruz expirou, Jesus Cristo rasgou o véu
que nos separava de Deus.

Depois da cruz, não precisamos de intermediários
para amar a Deus, para obedecer a Deus, para pedir
a Deus, para nos expor a Deus.

Só precisamos de Cristo, totalmente suficiente para
nos conduzir ao Deus Pai.

E os seus braços continuam a nos convidar para uma
vida sem culpa, mas cheia de dignidade, liberdade,
sentido e plenitude.

Israel B. Azevedo

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