A PRESENÇA QUE NOS TOCA I

“Nossas ações
não são separadas
da
nossa espiritualidade;

antes, são sinais da
presença

de Deus no mundo”.
(Ken Shigematsu)

Imagine-se caminhando por uma calçada
e, de repente, sua testa toca violentamente
o chão.
Nesse caso, você acabou de pôr um prática
uma das leis da física, embora nunca tenha
estudado esta ciência e não conheça pelo
nome nenhum de seus axiomas.
A dor e a cicatriz são a prova de que a lei da
gravidade existe, mesmo que a desconheça.

Não precisamos conhecer as ciências para
saber que suas leis funcionam.
Não precisamos concordar com o que essas
leis dizem para que se evidenciem.
De igual modo, para existir, Deus não
precisa que acreditemos na sua existência.
Como Ele é invisível, podemos viver como
se não existisse.

Como a presença de Deus é uma realidade
a ser experimentada, podemos viver como
se ela não fosse real.
Podemos, no entanto,  fazer uma escolha
melhor.
Podemos fazer uma aposta: Deus existe.
Se, ao final, descobrirmos que Ele não
existe, nada teremos perdido.
Se virmos que Ele existe, será um
deslumbramento.

A aposta pode ser feita em termos práticos.
Se temos um problema e cremos que Deus o
resolverá, e Ele não o resolver, o prejuízo
será pequeno: apenas o tempo perdido.
Se ele o resolver, o beneficio será incalculável.
A fé, portanto, é um lugar para onde
podemos ir.

Com a fé, experimentamos a presença de Deus.
A presença de Deus é real, mesmo que não a
experimentemos.
A presença de Deus é real, quando a sentimos.

Israel B. Azevedo

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