QUANDO PERDEMOS I

Eu sabia que era preciso
tempo.

Cada perda tem sua hora
de acabar,

cada morto seu prazo
de partir,

e não depende muito da
vontade 
da gente”.
(Lya Luft)

As dores não são comparáveis, porque
são únicas.
Todos sofremos quando a morte nos
separa de uma pessoa que amamos,
uma amizade é interrompida, um
relacionamento termina, um emprego
é perdido.

Embora consigamos evitar ou retardar
algumas perdas, outras certamente virão,
se ainda não chegaram, e comporão os
capítulos de nossa biografia.

Então, nossa primeira atitude diante das
perdas é reconhecê-las.
A tarefa é muito difícil, porque o amor nos
faz demorar a acreditar nos fatos como
eles são.

Não adianta ficar imaginando que o
falecido entrará daqui a pouco pela porta,
ou que o nosso ofensor nos fará sinceros
pedidos de perdão ou que o nosso emprego,
injustamente tirado, nos será restituído.

Reconhecer as perdas não significa aceitar
passivamente os eventos dolorosos.
Devemos intensamente lamentar,
perguntar, protestar, reclamar, chorar.

Quando seu amigo Lázaro morreu,
Jesus chorou.
João 11:35

Nosso choro pode ser longo, mas não pode
durar para sempre, porque a nossa vida tem
que prosseguir, mesmo que tenhamos ficado
totalmente sozinhos e ou estejamos
completamente saudosos.

Viver é uma forma de honrar os que partiram.
Quando prosseguimos, mostramos que os que
se separaram de nós também perderam.

Continuar ativos nos capacita para outros
empregos, talvez melhores.

Israel B. Azevedo

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s