A COMPANHIA DA AFLIÇÃO


“As aflições tornam o coração
mais firme,  
mais experimente,
mais sábio e mais
profundo e,
assim, mais capaz de perseverar,

realizar e triunfar”.
(John Bunyan)

 

Na hora da aflição, que nos faz companhia
hoje ou ainda nos fará, devemos orar a
Deus para que nos livre dela.

Jesus mesmo fez assim na sua última noite
antes da cruz. “Afasta de mim este cálice”
(isto é: “livra-me da morte”) —
foi o que pediu, enquanto seu suor gotejava
como sangue na relva do Getsêmani.

Ele experimentava seu próprio ensino de que,
na vida, passamos por aflições, sobre as quais
corajosamente triunfou (João 16:33)

Quando oramos aflitos,
Deus se põe imediatamente
em movimento a nosso favor.

Sempre por sua amorosa soberania, umas
vezes ele nos tira da fornalha do sofrimento.
Nesse caso, quase sempre celebramos.
Sempre também por sua amorosa soberania,
outras vezes ele nos deixa na fornalha.

Nesse tempo, quase sempre nos enchemos
de perguntas e, em algumas situações, ficamos
revoltados, sentindo-nos abandonados.

Continuamos por vezes a orar ou
desistimos,
embora Deus permaneça
em movimento por nós.

Se a aflição persiste, ele nos conforta,
enviando-nos infalivelmente palavras
poderosas postas na sua própria Palavra escrita
ou no momento certo faz com que mãos amigas
generosamente recolham nossas lágrimas.

E enquanto vamos sendo consolados,
seu próprio Espírito Santo vai nos ensinando
a conviver com a nossa dor,
até posterior decisão de Deus.

Israel B. Azevedo

Tenho-vos dito isto, para que em
mim tenhais paz; no mundo tereis
aflições, mas tende bom ânimo,
eu venci o mundo.
João 16:33

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