VIVER É COMBATER I

“O homem que é forte
Não teme da morte;
Só teme fugir”. (Gonçalves Dias)

Ainda no século 19,
Gonçalves Dias cantou que

“A vida é combate,
Que os fracos abate,
Que os fortes, os bravos
Só pode exaltar”.

 

Há programas de televisão que confinam
várias pessoas numa casa.
Todas estão em busca do prêmio em dinheiro
ou em notoriedade.

Umas desistem logo no começo, ao primeiro
obstáculo, e outras persistem por semanas
e meses, apesar das dificuldades, sobretudo
inimizades e saudades.

Desistência e persistência formam um par de
extremos, compostos por aquele que é recebido
como fraco e abatido e aquele que é celebrado
como forte e aplaudido.

Por que desistimos?

Os desistentes não valorizam suficientemente
a vitória, pelo que não se sacrificam por ela.

Sem renúncias não há triunfo.
Os que desistem possivelmente sempre receberam
as coisas de modo fácil, protegidos por seus pais.

Suas conquistas foram, na verdade,
obtidas por outros.
Já os persistentes sabem que precisam lutar
e lutam, mesmo que a vitória pareça incerta.

São capazes de perder para vencer.
Quem persiste tem sua resistência fortalecida
como os músculos do corpo são robustecidos
quando se exercitam.

Salvos os acidentes de percurso, podemos decidir
se seremos desistentes ou persistentes.
É a decisão que nos faz desistir e perder
ou persistir e vencer. [CONTINUA]

Israel B. Azevedo

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