A HERANÇA…É O PRÓPRIO JESUS!

De sorte que haja em vós o mesmo sentimento
que houve também em Cristo Jesus,
Que, sendo em forma de Deus, não teve por
usurpação ser igual a Deus,
Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma
de servo, fazendo-se semelhante aos homens;

E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo,
sendo obediente até à morte, e morte de cruz.
Por isso, também Deus o exaltou soberanamente,
e lhe deu um nome que é sobre todo o nome;
Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho
dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,
E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor,
para glória de Deus Pai.
Filipenses 2:5-11

 

Viajar pelas ruas por onde Jesus andou
traz alegria e tristeza.

A alegria vem de poder inspirar
o mesmo ar que ele respirou, ver os mesmos
montes que ele contemplou, conhecer os
mesmos vales pelos quais ele caminhou
e rever os costumes que ele adotou.

A alegria vem por poder singrar as mesmas
águas que ele navegou no lago de Genesaré,
tocar o tanque de Betesda em Jerusalém
onde ele curou ou passear pelo jardim
do Getsêmani onde ele suou sangue.

Jesus está na história e na arqueologia, mas nas
experiências locais de hoje não há sinais dele.
Em Jerusalém, o que há de mais sagrado, na perspectiva
bíblica, é o que sobrou das fundações do templo de Esdras
e Neemias, reformado pelo Herodes da sua infância.

É como se as muitas guerras e os inúmeros terremotos
o tivessem sepultado definitivamente. Quando, no entanto,
andamos pelas mesmas ruas que percorreu tendo nas mãos os livros
que seus seguidores imediatos escreveram sobre ele, com seus
feitos e palavras, a terra brilha, as plantas falam, as pedras cantam.

Ele não desejou deixar edifícios ou hierarquias.
Ele queria formar pessoas que vivessem o que ele ensinou
e proclamassem o que ele viveu. Ele conseguiu:
sua mensagem transformou o mundo.

Ele não queria glórias humanas, tanto que, morto por ser bom,
abandonou vitorioso sua tumba e, encerrada a sua missão,
voltou para casa, no céu, não sem antes dizer que estaria
todos os dias com os seus seguidores, que devem ser simples,
confiantes, humildes, justos, bondosos, puros, pacificadores e alegres.

O ódio dos homens e a fúria da natureza destruíram as casas
onde esteve e as ruas em que atuou, mas seus ensinos
e exemplos sobreviveram e continuam a convidar para
uma vida digna, como a dele foi.

Cristo é a humildade de Deus incorporada na natureza humana.
É o Amor Eterno humilhando-se, vestindo-se com a roupa
da mansidão e da gentileza, para vencer,
servir e nos salvar”. (Andrew Murray)

Israel B.Azevedo

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